Araci Quintanilha, proprietária da tradicional Casa Quintanilha de leilões, no Rio de Janeiro, vive dias de expectativa com a aproximação de um concorrido leilão, no qual estará à venda a misteriosa tela a óleo, “O Véu”. A obra, que todos acreditavam ter sido destruída em um incêndio, havia sido condenada por lideranças muçulmanas de todo o mundo por retratar uma mulher seminua, usando o véu islâmico.
Com uma tragetória marcada pelo sucesso, polêmica, intriga e tragédia, o quadro é associado a inúmeras mortes, inclusive a do pintor, Lourenço Monte Mor. Obscuros segredos ligam o quadro ao assassinato de Abu al-Horiah, em 2005, na Árabia Saudita, líder de uma organização extremista iraniana conhecida por Azadi—responsável por atentados terroristas nas décadas de 80 e 90. Com a morte de Abu al-Horiah e de seu filho Arsalan, tido como sucessor na organização, acreditava-se que a atuação da Azadi estivesse definitivamente extinta. No entanto, a organização se rearticula sob o comando de uma mulher, Umm al-Hakika. Sinistros rumores sobre o ressurgimento da Azadi coincidem com a chegada ao Brasil de Mohsen Khajepour, conceituado intelectual iraniano radicado na Suiça. Às vésperas das polêmicas eleições presidenciais iranianas de junho de 2009, Mohsen Khajepour é barbaramente assassinado em circunstâncias misteriosas.
Quando o leilão é anunciado e a opinião pública toma conhecimento de que a polêmica obra “O Véu” não sucumbiu ao incêndio, Araci Quintanilha se vê arrastada para um redemoinho vertiginoso de acontecimentos nos quais sua segurança está em risco. Ameaçada por terroristas, Araci é tragada por uma conspiração de proporções internacionais, na qual o misterioso quadro se torna a chave de um segredo que pode mudar tragicamente a geopolítica do mundo.
Do Rio de Janeiro a Teerã, passando por Genebra, “O Véu” traz uma narrativa envolvente, na qual traz os bastidores do rico mercado de arte se cruzam com as estranhas sórdidas da turbulenta política do Irã. Nesse vigoroso thriller de mistério que desafia todas as previsões, todos são suspeitos; nem mesmo as obras de arte são inocentes.
Araci Quintanilha, proprietária da tradicional Casa Quintanilha de leilões, no Rio de Janeiro, vive dias de expectativa com a aproximação de um concorrido leilão, no qual estará à venda a misteriosa tela a óleo, “O Véu”. A obra, que todos acreditavam ter sido destruída em um incêndio, havia sido condenada por lideranças muçulmanas de todo o mundo por retratar uma mulher seminua, usando o véu islâmico.
Review: Como Eu Era Antes de Você, Jojo Moyes
Review: Shades of Earth, Beth Revis































