Review: Fixing Delilah, Sarah Ockler

Fixing DelilahAs coisas na vida de Delilah Hannaford tem uma tendência a desmoronar. Ela costumava ser uma ótima aluna, mas não consegue mais acompanhar as aulas. Seu “namorado” não é bem um namorado. E sua mãe se recusa a falar sobre a briga que dividiu a família há 8 anos. Parece que desmoronar é uma tradição dos Hannaford.

Em um verão de novas amizades, um romance inesperado, e momentos que testam o complexo vínculo entre mães e filhas, Delilah precisa enfrentar o doloroso passado da família. Será que é possível consertar seu relacionamento mais despedaçado?


Como quase toda adolescente no mundo, Delilah Hannaford acha que sua mãe não a entende. Ela nunca está em casa, sempre trabalhando, dizendo-lhe que por serem apenas as duas ela precisa dar uma boa vida para Delilah. Mas a garota talvez não queira apenas coisas materiais, algo que Claire não parece perceber. O relacionamento das duas está meio quebrado, e fica pior quando a avó de Delilah, uma mulher que ela não vê há 8 anos, morre.

Delilah e Claire precisam ir até uma cidadezinha em Vermont onde sua avó viveu e morreu, e onde estão trancadas todas as memórias do passado. Numa tentativa de entender sua mãe, suas origens e que segredos fizeram sua família se despedaçar, a garota investiga sua família e se envolve em memórias e pessoas que há muito tempo estavam perdidas em sua vida. Será que sua mãe e sua tia querem que Delilah saiba tudo? Por que sua mãe luta contra o impulso que Delilah sente pelo passado, e o que de tão ruim aconteceu para que Claire e sua mãe nunca mais falar com sua avó?

Fixing Delilah é sinceramente o melhor título que vimos para um livro em muito tempo. A história é sobre consertar tudo na vida de Delilah e na vida das pessoas que vivem ao seu redor. A narrativa é um pouco misteriosa, um pouco trágica, e tão, mas tão boa, quanto tudo que já lemos da Sarah Ockler—sim, nós fomos fãs! Nós temos uma obra prima sobre família, confiança e coisas simples da vida. Temos romance, mistério, lágrimas e risos, o que fez de Fixing Delilah uma completa e emocionante história.

Autor: Sarah Ockler
País: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Gênero(s): Jovem Adulto, Romance
Editora: Little, Brown Young Readers (US)
Data de publicação: 20 de Janeiro de 2011 (US)
Páginas: 304
Compre:
Book Depository Amazon Barnes & Noble
Classificação:
4 livros e meio

Você confere abaixo nossos quotes favoritos desse livro.

Tia Rachel diz que o universo sempre está tentando falar com a gente, e que ele não perde tempo falando sobre coisas que estão fora do nosso poder de serem influenciadas ou mudadas. Mas isso não é verdade, o universo precisa é de um sinal melhor.

“Ela faz seus empregados trabalhar aos Domingos??”, Rachel sussurra, tirando um pote de comida velha da geladeira da minha avó e cheirando-o.
“Não, os finais de semana são optativos. Eles só precisam trabalhar se querem manter seus empregos.”

Eu vou em direção aos fundos, morro abaixo, até os cobertores, olhando para trás apenas uma vez para ver a casa e a linha de árvores altas que a guarda. Seus galhos e folhas arranham um pouquinho contra os pilares da varanda, e eu sei que essas árvores sabem da história toda.
Mas, assim como as mulheres da minha família, elas também não estão falando nada.

“Nós estamos na mesma página, Delilah?”
Mesma página? Acho que não estamos nem mesmo na mesma biblioteca, mas é inútil falar a respeito, então eu só balanço a cabeça.

Aquela borboleta que continua batendo dentro de mim à simples menção do nome dele. Inseto estúpido.

“Coisas ruins acontecem”, eu digo. “Mas por que elas tem que apagar tudo de bom?”

“Então você tem um fã-clube?”, eu provoco Patrick quando ela finalmente se foi.
“O que você considera fã-clube, eu considero uma stalker.”

Ele canta diretamente, sua voz deliciosa como leite com mel. Eu quero bebê-la. Quero tirar minhas roupas e deslizar dentro de sua música, como um banho quente de banheira.

Quando eu penso no show de Patrick da semana passada, ouvindo-o cantar como se fosse só pra mim, eu entendo como é fácil se perder dentro do coração de outra pessoa. É assustador. Emocionante. Um oceano sem salva-vidas.

As pessoas mudam. As coisas que gostamos e desgostamos mudam. E a gente pode desejar o dia todo que isso não acontecesse, mas nunca funciona.

Na sua vida toda você pode provavelmente contar seus verdadeiros amigos em uma mão. Talvez até mesmo em um único dedo. Esses são os amigos que você precisa cuidar, e eu não trocaria um deles nem por uma centena do outro tipo. Eu preferiria ficar completamente sozinha do que com um bando de pessoas que não são de verdade. Pessoas que estão apenas passando o tempo.

Se minhas palavras fossem passos eu já teria tropeçado nelas e quebrado minhas duas pernas.

Às vezes me pergunto se minha vida toda vai passar assim: eu, esperando nas sombras, esperando algo acontecer. Esperando por alguém pra fazer acontecer. Algo novo ou diferente ou louco e maravilhoso. Estou nesse lugar há tanto tempo, deixando as outras pessoas resolverem por mim, flutuando com a corrente sem muita direção ou pensamento consciente. Reagindo. Procurando atenção, como minha mãe chama. Impulsiva. Descuidada.

Lá fora, o grande final explode, fazendo todo tipo de sons no céu: uma temporária celebração do que quer que tenhamos, temporário e explosivo. Ambos lindos e de tirar o fôlego, e cheio de branco-quente, intensidade de verão, que não é feita para uma vida toda, mas apenas para uma curta e brilhante explosão.

“Você podia ter nascido britânica, sabia?”
“E aí eu nunca teria te conhecido”, eu digo. “Por outro lado, eu queria aquele sotaque bacana, então talvez fosse uma boa troca.’

Eu amo ser parte disso tudo, ver o quanto ele mudou, e o quanto nada mudou—todo mundo instantaneamente se apaixonado por ele, como sempre, sob as luzes do palco ou não, diretamente pela sua voz e sua alma—, e quando ele olha para a platéia e pisca pra mim, eu sei que todas as garotas estão gritando por ele e lhe mandando beijos e sonhando com ele hoje à noite, mas eu sou aquela que ele procura quando a música acaba, minha mão é aquela que ele pega quando as luzes se apagam.

Isso o machuca. Eu sei porque me dói dizer, as palavras como um tapa contra o rosto, a pele viva e sensivel.

Eu o vejo partir. Eu o vejo se afastar. E eu espero pra sempre que ele se vire, volte, me perdoe, me beije de novo sob a chuva, como se nada mais importasse.
Mas ele não vira. Ele desaparece nas sombras e nunca olha pra trás, me deixando exposta pela luz suave amarela da varanda, a chuva caindo ao meu redor.

Restos. Conforme o pó cinza rodopia e assenta no lago como estrelas cadentes, eu olho para a minha família e para as pessoas de Red Falls, todos nós chorando e sorrindo e lembrando e pensando na mesma pessoa, e eu percebo que restos é a palavra errada. As cinzas de um corpo são apenas isso: cinzas. Poeira dos nossos ossos. O que fica são as pessoas que ela deixou pra trás. O despertar de história e de amor, ainda que confusa e imperfeita, ela deixou para sua família. Quando penso em Elizabeth Rose Hannaford, eu não vou me lembrar das cinzas sobre o lago de Red Falls, ou os remédios, ou as palavras cruéis cuspidas para minha mãe há 8 anos. Eu vou lembrar de sua vida—das coisas boas. As histórias felizes das pessoas em Red Falls que a conheceram depois, quando ela finalmente conseguiu sair debaixo da nuvem escura na qual sua depressão a envolvia, e aproveitar os dias aqui.
Elizabeth Rose Hannaford, a mãe. A avó. O tronco da árvore familiar da qual nós ramificamos e florescemos.

Como posso dizer que sinto muito por ser quem eu sou? Por todos os erros cometidos e todas as péssimas decisões que me trouxeram aqui, sabendo que se não fossem por elas eu jamais o teria encontrado novamente?

“Eu estou perdida.” É a verdade. Eu nunca achei que seria tão difícil de dizer, mas é. Depois de tudo o que eu dividi com ele, essa coisa, única confissão dando voz à coisas privadas que se arranham nas paredes do meu coração, parece vergonhosamente ínitma.

Eu a trouxe do batente da janela da cozinha da Nana pra me lembrar de tudo o que aconteceu nesse verão: como algumas coisas quebram facilmente, pro bem ou pro mal, e como outras coisas, não importa o quão despedaçadas, ainda podem voltar a ser uma só.

Eles me ajudaram a aprender o que amizade verdadeira é. Nunca é perfeita, mas é importante.

Stephie era a luz das nossas vidas—como uma estrelha muito brilhante. As pessoas sempre dizem esse tipo de coisa quando alguém morre, não é mesmo?

Nós chegamos em Vermont esperando consertar a casa antiga do lago. Mas no final, a casa nos consertou.

Conforme assistimos os últimos raios prateados do sol mergulharem na água, ele sussura contra meus lábios as palavras daquela noite no lago, e eu as memorizo e também o cheiro de sua pele, e a luz de mel em seus olhos, e os peixes brilhando na água, e eu sei que, dessa vez, o que quer que o universo esteja dizendo, eu estou ouvindo.
E, dessa vez, eu não vou esquecer de nada.

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26 Comentários

  1. Lívia Martins já comentou 1 vezes no Murphy's Library!

    PAREM!

    Não quero ouvir mais nada sobre esse livro. Não terminei ele nem Bittersweet. Chefa não deixa, vida não deixa. Me wants!

    Vou largar tudo e ler Sarah Ockler!

    :*

    [Responder]

    Maeva já comentou no Murphy's Library 2712 vezes!

    Era pra ser review conjunta entre blogs, lembra? Mas você e a Bolinhos nunca que arrumam tempo de ler hahaha

    [Responder]

  2. Lívia Martins já comentou 185 vezes no Murphy's Library!

    Como assim comentei uma vez? Maldita seja eu que coloquei o email do blog!

    [Responder]

  3. Cíntia Mara já comentou 35 vezes no Murphy's Library!

    Nunca li nada da autora, mas a cada vez que leio uma resenha fico com mais vontade. Amo esses autores que conseguem tocar em temas complicados de forma simples.
    Cíntia Mara postou recentemente: Meme das 11 coisas

    [Responder]

    Maeva já comentou no Murphy's Library 2712 vezes!

    A Sarah faz isso em todos os livros dela, e nos deixa emo hehe

    [Responder]

  4. Letícia já comentou 50 vezes no Murphy's Library!

    nunca li nada da sarah mas já fiquei fã por conta dessa resenha linda! além disso sou apaixonada pelas capas dos livros dela. Preciso muito comprar!

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    Maeva já comentou no Murphy's Library 2712 vezes!

    Os livros dela são muito bons!! Estamos ansiosas pra que a Novo Conceito lance Twenty Boy Summer logo!!!

    [Responder]

  5. Juh Claro já comentou 91 vezes no Murphy's Library!

    Uau, que gracinha. Não conhecia esse livro e nem a autora, pelo que me lembro no momento. Adorei a capa, o título e o nome da personagem (se eu morasse nos EUA ou qualquer outro lugar que a língua é inglês, eu colocaria o nome da minha filha de Delilah <3).
    Amém por não ser um livro de fantasia e sim de algo que parece ser mais real – pelo menos pela resenha, acho que esse sim eu gostaria de tentar ler :D
    Sabem se será lançado no Brasil?

    [Responder]

    Maeva já comentou no Murphy's Library 2712 vezes!

    Juh, até onde sabemos, ainda não tem editora no Brasil :(

    [Responder]

  6. Lygia já comentou 234 vezes no Murphy's Library!

    Cadê a NC com TBS? Quero conhecer a escrita da Sarah…e agora, fiquei curiosa com FD…super curti a capa e o título…não sei como eles fariam em português, caso houvesse uma publicação, mas acho que não seria a mesma coisa!

    Beijos!
    Lygia postou recentemente: [Resenha] Por Isso a Gente Acabou, Daniel Handler

    [Responder]

    Maeva já comentou no Murphy's Library 2712 vezes!

    Cadê a NC com TBS? +1

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  7. Tassi já comentou 8 vezes no Murphy's Library!

    Li Twenty Boy Summer já faz um tempo e fiquei impressionada como a Sarah consegue nos passar tantas coisas através de situações aparentemente simples.
    Como esse livro tem uma história sobre família, sei que vai mexer muito comigo.. Mas eu sei que vai ser ótimo! Quero muito ler outro livro dela e, quando tiver baixado minha lista de livros em inglês pra ler, vou comprar ou Fixing Delilah ou Bittersweet, com certeza!

    “As pessoas mudam. As coisas que gostamos e desgostamos mudam. E a gente pode desejar o dia todo que isso não acontecesse, mas nunca funciona.” Sarah e suas frases que nos matam de uma vez só!

    Ps.: A gente não precisa comentar sobre a capa linda, né? Então tá.
    Tassi postou recentemente: O Piso-Rouxinol (A Saga Otori Vol.1)

    [Responder]

    Maeva já comentou no Murphy's Library 2712 vezes!

    Tanto Bittersweet quanto Delilah falam sobre família, mas não sei se consigo escolher um favorito entre eles hehehe

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  8. Bárbara R. F. de Oliveira já comentou 158 vezes no Murphy's Library!

    A cada resenha que leio da Sarah Ockler aqui no blog fico com mais vontade ainda de ler os livros dela, ainda mais agora que comecei a ler YAs contemporâneos e tenho gostado muito! É ótimo para dar um tempo das séries distópicas e sobrenaturais. Fora que TODAS as capas dos livros dela são lindas! Acho que ainda não vi nenhuma que não gostasse.

    [Responder]

    Guta já comentou no Murphy's Library 392 vezes!

    Nos últimos tempos o que mais tenho lindo é contemporâneo. Me arrisco vira e mexe em um paranormal, ou algo mais elaboradinho, mas no duro mesmo, tenho lido muita coisa contemporânea… rs

    [Responder]

  9. Karina já comentou 129 vezes no Murphy's Library!

    Olá, meninas!!!

    Gostei bastante da resenha.
    Parece ser um livro bem interessante e um tipo diferente do que tenho lido ultimamente. Não sei pq mas me lembrou um pouco de Sarah Dessen, parece ser o mesmo estilo de enredo e talz.
    Eu leria com certeza!
    Vou adicionar à wishlist!!!

    Beijos, Ká!!!
    Karina postou recentemente: Lançamentos #7

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  10. Flávia Calil já comentou 73 vezes no Murphy's Library!

    Sempre vejo muuuuuuuuuuito elogios a essa autora, principalmente por causa de Twenty Boy Summer. Já tinha visto essa capa, mas nunca tinha lido nenhuma resenha. A de vocês me empolgou muito pra ler alguma coisa dela. Sem contar que as capas são lindas. Tomara que lance logo alguma coisa dela aqui no Brasil.

    [Responder]

  11. Isa Pina já comentou 452 vezes no Murphy's Library!

    Cada vez que ouço falar dessa autora, é só elogios! Vivo pondo o outro livro dela, “Twenty Boy Summer”, na lista de compras, mas acabo nunca fechando… Ela adora escrever um livro triste, não? hahah Esse eu já conhecia de nome, mas não sabia exatamente sobre o que falava.
    O que mais me chamou atenção é que fala bastante, aparentemente, de família e amigos – e eu adoro quando os livros conseguem falar nisso de um jeito que realmente nos toca. Conforme fui lendo sua resenha e os quotes – um mais lindo que o outro! -, fui vendo como a Sarah escreve de um jeito maravilhoso.
    Preciso por a preguiça de lado e começar a ler os livros dessa autora! Aliás, amei sua resenha! Me conquistou.
    P.S.: você sabe se alguma editora brasileira comprou os direitos? Seria ótimo vê-los por aqui!
    Beijos,
    Isa ~ Portal dos Livros

    [Responder]

  12. Luisa Freiheit já comentou 32 vezes no Murphy's Library!

    Eu já ouvi falar da autora, mas não desse livro em particular. A trama me parece meio bobinha mas aprendi a não julgar, já pensei isso de alguns livros que se tornaram meus prediletos.

    Concordo que o título parece ter combinado bastante com o livro e eu achei a capa também muito fofa.
    E omg, quantos quotes! Não vou ler porque não quero spoilers :P

    [Responder]

  13. Thales Sant`ana já comentou 2 vezes no Murphy's Library!

    O livro me chamou atençao, se nao me engano ja vi esta proposta num filme.Com certeza vou comprar o livro parece ser bem interessante ate por que estou procurando um livro com um tema novo mas nao acho.

    [Responder]

  14. Liih já comentou 552 vezes no Murphy's Library!

    a capa é tão fofa *——–*
    eu amei a resenha…
    quero tanto ler um livro da Sarah Ockler, mas nenhum foi traduzido ainda –’

    [Responder]

  15. Fábrica dos Convites já comentou 191 vezes no Murphy's Library!

    Adoro conferir as novidades por aqui, vários livros conheço primeiro aqui.
    Bjs, Rose.
    Fábrica dos Convites postou recentemente: Na Minha Caixa…

    [Responder]

  16. Karine já comentou 8 vezes no Murphy's Library!

    Como eu comento essa resenha? Me conquistou! Fixing Delilah parece ser exatamente do tipo de livro que eu amo. Adoro dramas familiares e conflitos internos, gosto de coisas reais no que eu leio as vezes. Adorei! Já tô aqui correndo procurando mais livros da autora e colocar tudo na lista.
    Excelente resenha!

    beijao

    [Responder]

  17. Dalila já comentou 102 vezes no Murphy's Library!

    Nossa, faz DIAS que dou voltas pela notificação desse post.
    Acho que foi uma das resenhas que mais esperei vocês postarem.

    Comprei o Fixing por indicação de vocês (o Twenty e o Bitter também) e por ler esse parágrafo (que depois descobri ser do Patrick: “I was, but then I realize that I was holding on to something that doesn’t exist anymore. That the person I missed didn’t exist anymore. People change. The things we like and dislike change. And we can wish they wouldn’t all day long but that never works.”

    Desconfiei logo no meio do livro qual era o tal segredo que separou a família. E vi que estava certa.
    Morri de dó da Delilah, deu desespero de ler a cena que a Claire conta pra ela.

    E tenho que dizer que chorei de rir (de verdade), quando elas estavam fazendo a venda de garagem e o Patrick se vestiu de vó da Delilah.
    E na minha imaginação, ouvi ele cantando. E foi lindo!

    Um beijo!
    E muito obrigada pela indicação!
    =]

    [Responder]

  18. Thais já comentou 58 vezes no Murphy's Library!

    Uhhhh, nunca li nada da autora, mas me deixou super curiosa agora! Gosto de histórias assim, simples mas profundas.

    Wishlist, why not? rs

    bj

    [Responder]

  19. Eve Fowl já comentou 111 vezes no Murphy's Library!

    Já ouvi falar da Sarah, mas nunca me interessei muito pelos livros dela, mas este me chamou atenção. Acho que me lembrou um pouco os romances adolescentes que eu lia pela Série Vagalume e ai deu saudade.
    Eve Fowl postou recentemente: Book Blogger Hop #6

    [Responder]

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