Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em 5 facções—Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição—e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível.
Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Beatrice Prior está prestes a enfrentar a decisão mais importante de sua vida. Uma vez ao ano, todos os jovens de 16 anos se são submetidos à Cerimônia de Iniciação, onde escolherão em que facção da sociedade viverão. Há cinco opções: os Francos, para aqueles que são francos e valorizam a verdade acima de qualquer coisa; os Abnegados, para aqueles que colocam as prioridades alheias à frente das suas; os Audaciosos, para aqueles que são bravos e destemidos e protegerão a sociedade; os Amigos, para aqueles que são autosuficientes, gentis e de confiança; e os Eruditos, para aqueles que são inteligentes e manterão o conhecimento vivo. Em sua sociedade, a comunidade é a coisa mais importante. Sua facção é sua família, não importa se você nasceu nela ou não. A sociedade é dividida em facções para que eles vivam em paz.
Um dia antes da Cerimônia de Iniciação, todos são submetidos a um Teste de Aptidão, onde suas características naturais são apresentadas e isso deve ajudá-los a tomar a decisão. Mesmo que os resultados mostrem que eles naturalmente pertencem a uma das facções, ainda há a possibilidade de escolher uma diferente na Cerimônia de Iniciação. No entanto, se os resultados apresentarem que eles não possuem características marcantes de nenhuma das facções, eles se tornação sem facção, uma vergonha para qualquer um. Os sem facção são sem teto e não recebem comida e roupas suficientes, eles são a escória da sociedade.
Os pais de Beatrice pertencem à Abnegação—seu pai é um dos líderes políticos da facção—, e ela tem certeza que seu irmão mais velho, Caleb, pertence a mesma facção, baseada em suas conversas e nas atitudes do rapaz. Como parte de uma facção, eles todos se vestem da mesma forma, comem o mesmo tipo de comida, e na Abnegação eles possuem o mesmo tipo de corte de cabelo e Tris só pode se ver no espelho uma vez ao ano, no segundo dia do terceiro mês, quando sua mãe corta seu cabelo. Mas ela não tem tanta certeza assim de que ela pertence à essa facção, e quando as coisas não saem como esperadas em seu Teste de Aptidão, ela fica ainda mais confusa. A mulher que a avalia lhe diz que ela é Divergente, mas naquele momento ela não tem a menor ideia do que isso significa. Ela é orientada a manter a cabeça baixa e não falar a respeito disso com ninguém, então quando Beatrice espera por sua vez na Cerimônia de Iniciação, ela quase morre de nervosismo. Sua família fica em choque quando ela escolhe Audácia, mas é um caminho sem volta.
Uma vez na sede da Audácia, ela passa a ser chamada de Tris e rapidamente fica amiga de outros adolescentes que também escolheram trocar de facção. Ela também conhece outros Audaciosos e eles começam a iniciação, um processo que dirá quais deles, de fato, se tornarão Audaciosos. Aqueles que não se saírem bem no processo se tornarão sem facção. Mas Tris está prestes a descobrir que algumas pessoas preferirão não ter facção a passar pelo processo que a espera…
Eu comecei a ler esse livro um dia antes de ir dormir, como eu sempre faço, e meus planos eram de ler um pouco e terminar a leitura no dia seguinte. Bem, não foi exatamente o que aconteceu. Eu não consegui parar de ler, pelas 5 horas seguidas eu estava grudada nessa história. Faz mais de 2 semanas que eu li o livro e eu simplesmente não havia conseguido escrever sobre ele. Sempre que eu tentava, nada de bom saía do meu teclado [risos]
Tris me lembrou a Rose da série Academia de Vampiro. No entanto, Four, o Audacioso que aplica a iniciação, não me lembrou o Dimitri—e eu descobri rapidamente quem ele era—, mas isso não me incomodou. Eu vi várias pessoas comparando Divergente com a série Jogos Vorazes, mas como eu não li os livros de Suzanne Collins, não posso opinar a respeito.
Então vocês devem estar se perguntando por que eu não dei “5 livros” pra ele… Por mais que eu tenha amado a história, eu preciso concordar com a Vivien, uma das nossas leitoras na versão em inglês do blog: falta vilão nesse livro. Diferente dos livros distópicos que li nos últimos tempos—como Destino (“Matched”), The Water Wars, Delirium—, não existe uma grande ameaça em Divergente até perto do fim do livro, perto da página 450. Este é o primeiro livro do que está planejada para ser uma trilogia, então nele estamos aprendendo como o mundo da Tris funciona, há algumas pistas ao longo do caminho, claro, mas eu acho que poderiam ter sido muito melhor colocadas na história. As últimas 50 páginas do livro são uma montanha russa, e você precisa apertar os cintos e manter os olhos bem abertos pra não perder nada. Na verdade, eu perdi uma das mortes—não porque eu não estava prestando atenção, mas sim porque, podem me chamar de insensível, eu não poderia ligar menos pro personagem.
Você pode ler as 100 primeiras páginas de Divergente—em inglês—aqui. Os direitos de adaptação desde livro foram vendidos para a Summit Entertainment—a mesma da franquia Twilight. Evan Daugherty foi anunciado como o roteirista, mas ainda não há previsão de quando o filme será feito.
Autor: Veronica Roth
Tradução por: Lucas Peterson
País: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Gênero(s): Jovem Adulto, Futuro Distópico, Thriller
Editora: HarperCollins (US) / Rocco (Brasil)
Data de publicação: 3 de Maio de 2011 (US) / Setembro de 2012 (Brasil)
Páginas: 496 (504 na versão brasileira)
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Você confere abaixo meus quotes favoritos desse livro. Aqueles que eu considero spoilers você terá de selecionar o texto com o mouse pra ler—então basta ignorá-los se você não quiser ler spoilers
Nós andamos juntos até a cozinha. Nessas manhãs, quando meu irmão faz café da manhã, a mão do meu pai me faz cafuné enquanto ele lê o jornal, e minha mãe cantarola enquanto ela limpa a mesa—é nessas manhãs que eu me sinto mais culpada por querer deixá-los.
Meu pai chama os Audaciosos de “diabinhos”. Eles tem piercings, tatuagens, e usam roupas pretas. Sua principal função é proteger a cerca ao redor da cidade. Do que, eu não sei.
“Apenas faça o que você tem que fazer”, ele sempre diz. Deveria ser fácil assim pra mim.
Como você pode reprovar num teste para o qual você sequer pode se preparar?
“Espera”, eu a interrompi. “Você não faz ideia de qual seja a minha aptidão?”
“Sim e não. Minha conclusão”, ela explica, “é que você tem apditão tanto para Abnegação, quanto Audácia e Edurição. Pessoas que tem esse tipo de resultado são…” Ela olha por cima de seu ombro, como se esperasse que alguém fosse aparecer atrás de si. “…chamados… Divergentes.” Ela diz a última palavra tão baixinho que eu quase não escuto, e seu tom e olhar preocupados me encaram.
Quando olho para o estilo de vida de Abnegação como alguém de fora, eu acho que é lindo. Quando vejo minha família se movendo em harmonia; quando nós vamos a jantares e todo mundo ajuda a arrumar e a limpar tudo depois, sem ninguém pedir; quando vejo Caleb ajudando estranhos a carregar suas sacolas de compras nas ruas, eu me apaixono por essa vida novamente. Mas é quando eu tento fazer o mesmo que eu tenho problemas. Nunca parece ser genuíno.
Tem sido assim desde o início da grande paz, quando as facções foram formadas. Acredito que o sistema continua a funcionar porque temos medo do que pode acontecer do contrário: guerra.
No que eu acredito? Eu não sei; eu não sei; eu não sei.
Penso no lema que li no meu livro de História das Facções: A facção vem antes do sangue. Mais do que família, nossa facção é o lugar ao qual pertencemos. Como isso pode ser certo?
“Vocês nos escolheram”, ele diz. “Agora nós vamos escolher vocês.”
Meu problema é que mesmo que eu fosse para casa, eu não pertenceria mais aquele lugar, entre as pessoas que dão sem se preocupar, e se preocupam sem fazer força.
“Nós tentamos ser bastante sinceros quanto aos nossos sentimentos em Franqueza. Muitas pessoas já falaram que eles não gostam de mim. Muitas não falaram nada. Quem se importa?”
“Nós só… Não deveríamos machucar as pessoas”, eu digo.
“Eu acho que os estou ajudando ao odiá-los”, ela diz. “Estou lembrando-os que eles não são presentes de Deus para a humanidade.”
Four saindo me deixa nervosa. Nos deixar com Eric é como contratar uma babá que passa seu tempo afiando facas.
Meus pais não teriam problemas respondendo àquela pergunta.
Mas eu não sou meus pais.
Fora do meu campo de visão periférica, eu vejo que Four abriu uma porta e saiu andando. Aparentemente esta luta não é interessante o bastante pra ele. Ou talvez eles só esteja indo descobrir por que tudo está rodando que nem um pião, e eu não posso culpá-lo; eu também quero saber a resposta.
“O que você fez, memorizou o mapa da cidade só por entertenimento?”, Christina pergunta.
“Sim”, Will responde, parecendo confuso. “Você não?”
Robert me olha triste. “Eles não parecem ser gente boa.”
“Alguns deles não são.”
Então eu percebo que é isso. É ele. Alguma coisa nele me faz sentir como se eu estivesse prestes a cair. Ou me tornar líquida. Ou explodir em chamas.
“Eu ignoro meus medos”, ele diz. “Quando tomo decisões, eu finjo que eles não existem.”
“Ele está de mau humor hoje”, Christina murmura.
“E quando é que ele está de bom humor?”, eu murmuro em resposta.
“Eu não sou sádico.” Ele não grita. Eu queria que ele gritasse. Eu ficaria menos assustada. Ele inclina seu rosto para perto do meu, o que me faz lembrar de estar deitada a centímetros de distância do ataque das presas do cachorro no teste de aptidão, e ele diz “Se eu quisesse te machucar, você não acha que eu já o teria feito?”
Uma vez que estou vestida e o impulso de chorar passou, eu sinto algo quente e violento se contorcer no meu estômago. Eu quero machucá-los.
Eu encaro meus olhos no espelho. Eu quero, então eu vou fazer.
Minha mãe e meu pai não me aprovariam chutando alguém que está caído no chão.
Eu não me importo.
Eu queria poder dizer que me sinto culpada pelo que eu fiz.
Não sinto.
Será que eles sabem o tipo de pessoa que o filho deles é?
Mas, de novo… Que tipo de pessoa sou eu?
“Sua filha está se saindo bem aqui. Tenho inspecionado seu treinamento.”
Desde quando “inspecionar” inclui atirar facas em mim e me ralhar em toda e qualquer oportunidade?
Uma vez que o constrangimento tenha passado, é legal saber que gostam de mim.
Se eu quero lutar para estar entre os dez primeiros, eu vou ter que ganhar deles primeiro.
Eu só espero que eu não precise traí-los no meio do caminho.
Parte de mim se pergunta se isso é uma missão suicida disfarçada de jogo.
Não é a primeira vez que me pergunto isso desde a Cerimônia de Iniciação.
O que acontece entre a iniciação e a adesão que transforma pânico em prazer? Ou as pessoas só conseguem esconder melhor seus medos?
“Cuidado, irmão, eu posso não apertar seus cintos o suficiente”, Zeke disse. Ele dá uma palmada em seu joelho. “E daí, splat!”
“Yeah, yeah”, Uriah responde. “E então nossa mãe vai te queimar vivo.”
(…)
“Só se ela descobrir.”
Meu coração bate tão forte que dói, e eu não consigo gritar, eu não consigo respirar. Mas eu sinto tudo, cada veia e cada fibra, cada osso e cada nervo, todos acordados e zunindo em meu corpo, como se eu tivesse recebido um choque elétrico. Eu sou adrenalina pura.
“Você me pergunta porque você realmente acha que eu vou responder?”
“Por que você diz coisas vagas se não quer que eu pergunte sobre elas?”
Mas casa não é mais uma opção pra mim. Minhas chances são aqui ou nas favelas sem facção.
“Mas o ponto não é ficar sem medos. Isso é impossível. Aprender a controlar seu medo, e como ficar livre dele, é esse o ponto.”
Ela sorri, seus dentes são tortos. Se eu der uma porrada neles, talvez esteja lhe fazendo um favor.
Em casa eu costumava passar calmas e agradáveis noites com a minha família. Minha mãe tricotava cachecóis para as crianças da vizinhança. Meu pai ajudava Caleb com seu dever de casa. Havia fogo aceso na lareira e paz no meu coração, porque eu estava fazendo exatamente o que eu deveria fazer, e tudo era quieto.
Eu nunca fui carregada por um garoto, ou ri até que minha barriga doesse à mesa durante o jantar, ou escutei o barulho de uma centena de pessoas falando ao mesmo tempo. A paz é contida; isso é liberdade.
Será que perdi a habilidade de ver as necessidades das pessoas? Será que perdi parte de mim?
Eu continuo andando.
“Ele está em más condições?”
“Ele vai viver”, ele responde. “Em que condição, não sei dizer”, acrescenta cruelmente.
“Você é meio assustador, Four.”
“Me faça um favor”, ele diz, “e não me chame assim”.
“E como eu devo te chamar, então?”
“De nada.” Ele tira a mão do meu rosto. “Ainda.”
“Eu já te disse que o terceiro estágio da iniciação foca na preparação mental”, ele diz. Eu lembro de quando ele falou isso. No primeiro dia. Exatamente antes de ele apontar uma arma pra cabeça de Peter. Eu queria que ele tivesse apertado o gatilho.
“Então agora todos nós sabemos”, Four diz, em tom baixo, “que você tem medo de uma garota magrela e baixinha da Abnegação”.
Em algum lugar dentro de mim tem uma pessoa misericordiosa e indulgente. Em algum lugar há uma garota que entende o que as pessoas estão passando, que aceita que as pessoas fazem coisas ruins e que o desespero as leva para lugares mais obscuros do que eles jamais imaginariam. Eu juro que ela existe, e ela sente a dor do garoto arrependido à minha frente.
Mas se eu a visse, eu não a reconheceria.
“Fique longe de mim”, eu digo, baixo. Meu corpo está rígido e frio, eu não estou com raiva. Não estou machucada, não sinto nada. Eu digo, a voz ainda baixa: “Nunca mais se aproxime de mim”.
Nossos olhos se encontram. Os dele estão escuros e transparentes. Eu sou nada.
“Se você se aproximar, eu juro por Deus, eu vou te matar”, eu digo. “Seu covarde.”
Eu sinto o tremor de seus passos. Ele é grande e morno e desajeitado. Não, ele era. A morte é assim—deixa de ser “é” e vira “era”.
“Porque você é da Abnegação”, ele diz, “e é quando você age sem interesses que você é mais brava.”
“Meu primeiro instinto é te pressionar até você quebrar, só pra ver o quão forte eu preciso pressionar”, ele diz, seus dedos apertando-se com a palavra “quebrar”. Meu corpo fica tenso com o tom da sua voz, eu estou tão enrolada quanto uma mola apertada que esqueço de respirar.
“Medo não te fecha; te acorda. Eu vi. É fascinante. Às vezes eu só… quero ver de novo. Quero te ver acordada.”
“Talvez haja algo mais que todos nós pudéssemos ter feito”, ele diz, “mas nós só podemos deixar que a culpa nos lembre de fazer melhor da próxima vez”.
“Às vezes esqueço que posso te machucar. Que você é capaz de ser machucada.”
“Mas então, as pequenas coisas… como ele colocou os braços ao meu redor no funeral, como ele abre as portas pra mim, como se eu fosse uma garota, ao invés de alguém que pode acabar com ele numa briga.”
“Eu precisava aprender certas coisas.”
“Como ser brava?”
“Como ser altruísta”, eu respondo. “Geralmente, são a mesma coisa.”
“Você não vai atirar em mim.”
“As pessoas tendem a subestimar minha personalidade”, eu digo, baixo. “Elas acham que porque eu sou pequena, ou uma garota, ou uma Stiff, eu não posso ser cruel. Mas elas estão erradas.”
Eu não tenho casa, não tenho rumo, e não tenho segurança. Não sou mais Tris, a altruísta, ou Tris, a brava.
Acho que agora eu preciso me tornar mais do que ambos.



Review: Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série, Stephenie Meyer
Review: Pandemônio, Lauren Oliver
Review: Marina, Carlos Ruiz Zafón
Review: Jogos Vorazes, Suzanne Collins
































quero muito ler esse livro! *____*
João postou recentemente: RESENHA-BOOK TOUR Instintos Cruéis – Carrie Jones
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Nossa, Maeva, nunca ouvi falar nesse livro ( também do jeito que estou meio que por fora). Mas, eu não sei pq, lembrou para mim, muito o livro A Sociedade sabe? Sem contar que também, apesar de um contexto diferente e tal, lembrou jogos vorazes ( que ainda não li, mas de tantas resenhas que li parece que conheco o livro) e também lembrou meu querido e amado livro Maze Runner.:]
Adorei sua resenha, talvez, pelo que pude perceber, realmente deva ter faltado um vilão para dá uma “levantada” narrativa não?
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Não sei que livro é esse não, Karlinha… Não li Jogos Vorazes nem Maze Runner, não tenho como opinar HAHAHA
Existe um vilão nesse livro, mas ele só aparece lááá no fim, você até sabe quem é, pelas pistas que a autora deixa ao longo da história, mas ficou faltando algo… O vilão é meio “blá” HAHAHA
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já tinha visto o book trailer de Divergent e fiqueii mega curiosa super curiosa para ler, e pela resenha de sua Maeva too com mais vontade ainda de ler ^^
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Adoro quando nossas resenhas deixam a galera louca pra ler os livros hehehe
Vamos ficar de olho pra ver se a Rocco anuncia a data oficial de lançamento e avisamos
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E aí eu fico pensando, se não tem vilão na história, contra quem ou o que ela está lutando? Independente disso, acredito que a história deve ser boa e a capa é muito bonita. Se for, realmente, parecido com Jogos Vorazes será uma ótima leitura.
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Kauana, existe um vilão, a autora colocou algumas pistas de quem seja ao longo da história, mas tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que ela não deu muita ênfase a isso, aí na hora que o clímax acontece, na hora que o vilão realmente “mostra suas garras”, ficou… sei lá, meio forçado!
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Nossa, sua resenha me deixou com muuita vontade de ler este livro! Parece muito bom!!
Paty Algayer postou recentemente: Mágica de Resenha 10 – Doença e Cura – Fabian Balbinot
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Paty, eu amei o livro! Fiquei muito, muito empolgada com ele hehehe
Vamos ficar de olho na Rocco e assim que soubermos de uma data oficial de lançamento, avisamos
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[...] por aqui, mesmo que tenhamos comprado alguns livros visando isso (Divergent, por exemplo, cuja review foi pro ar ontem, foi comprado físico pensando em fazer Tour pra [...]
Estou MUITO curiosa para ler este livro, outro dia peguei ele nas mãos mas resisti em comprar.
Agora sou obrigada a não comprar mesmo rssss, mas qdo eu puder não vou pensar duas vezes rsss.
Beijocas
Vivi – FL&S
Vivi postou recentemente: Rota 66
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Eu adorei a história, mesmo com seus lados negativos, Vivi XD Estou louca pra que a Blog Tour comece hehe
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Estou extremamente ansiosa para ler esse livro! Dica pra vcs me escolherem pra blogtour haha Mas falta muito pra sair a lista dos blogs… Só julho
E, se chegar até mim, faltará mais ainda UHAUHUHA
Fato que eu quase comprei esses dias enquanto assistia seu vídeo (comprei Delirium por impulso assistindo ao vídeo da Guta), mas quando vi o final e vi que as inscrições do booktour estavam abertas, sosseguei o facho. Parece ser muito bom
Iris postou recentemente: Perfeitas – Sara Shepard
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HAHAHA Dependendo de como for as coisas, talvez encerremos as inscrições antes… Depende se formos viajar agora em Julho ou não
Eu surtei muito com esse livro, e a Guta vai surtar também…
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Caraaaamba, Ma!
Estou louquinha mesmo pra conhecer a história de Divergent e mal posso esperar pra ver a lista da blogtour.
Parece ser bem interessante e, pela resenha, realmente me lembrou um pouco de Jogos Vorazes, mas também não posso falar muita coisa, já que, no meu caso, ainda não li Divergent.
Beijão
Babi Lorentz postou recentemente: Especial- Birthday Wishlist
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Babi, talvez a lista saia antes, vai depender de umas coisas aqui hehehe
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Eu já li a sinopse desse livro diversas vezes tentando descobrir por ela se o livro era bom. =D Agora que eu sei que o livro é bom fiquei com mais vontade de ler ele. A sua comparação entre a Tris e a Rose me deixou ainda mais curiosa.
Tomara que a Rocco lance logo Divergent, mesmo que eu não pretenda ler ele logo. E também seria ótimo se os outros livros da trilogia forem lançados bem rápido. *-*
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Déborah, não tem nem data de lançamento marcada pro 2º livro aqui
Mas se a Rocco lançar Divergent em Outubro mesmo já é lucro hehe
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AI, EU PRECISO LER ESSE LIVRO. ESSES QUOTES, OMG! A Rose de VA é uma das personagens mais fodas sobre a qual eu já li, se essa é parecida (só pelos quotes da pra perceber), e ainda a história é diferente e parece ser intrigante, nossa, eu tenho que ler! Sem contar que o hardcover dele é lindo! Espero que a Rocco lançe ele LOGO! Apesar de saber que vai demorar ainda….
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Isa, eu espero que eles lancem em Outubro, já vai ser lucro, porque eles sempre demoram pra lançar os livros hehe
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Ahhh mais um livro para a lista,preciso ler logoo.
Maeva o nivel de ingles é medio??
Excelente resenha como sempre
=***
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Natália, eu diria que o nível de inglês é Avançado.
Obrigada
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Faz 25 minutos que eu comentei na resenha… adivinha o que eu fui fazer? Comprar Divergent. Mas vai demorar pra que eu leia, provavelmente só depois que chegar da minha viagem dia 20 de julho! Da última vez BD demorou dois meses, hehe :B
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hehehe depois me conta o que achou!!!
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OMG! Estou viciada em distopicos. É a nova mania mundial e a minha também. Farei de tudo para ler esse livro! E por alguns quotes que eu li ali, algumas coisas me lembrou, sim, Jogos Vorazes.
Beijos, Julia
Tijolinha, Books & Fanfics
PoiisonGiirl postou recentemente: Meme Trechos de Terça 10
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Julia, como eu não li Jogos Vorazes, não tenho como dizer se é parecido ou não… Pra ser bem sincera, não me animei a ler Jogos Vorazes até hoje HAHA
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Eu tinha ouvido falar muito nesse livro nos blogs lá fora, todo mundo estava falando incrivelmente bem! De verdade, ele me lembou Matched e Jogos Vorazes – no geral, por causa das sociedades e tal, porque o enredo é completamente diferente. Eu quero lê-lo porque… bem, apesar de não ter um vilão, ainda acho que o livro deve ser ótimo! E é uma trilogia – aposto que ainda vai aparecer um
Bjs :*
Isa Pina ~ Portal dos Livros
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Isa, tem um vilão, mas eu acho que foi muito mal colocado na história. Tem tanta coisa acontecendo que ela deu mais ênfase que o vilão ficou “apagado”, aí na hora do clímax a pessoa parece toda “muahuahuahua, sou malvado!”. E eu ainda acho que nos próximos livros aparecerá um vilão melhor haha
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FOUR … VENIMIMMMMMMMM…
Sim, sei TODOS os spoilers. HAHAHAH
Livia Martins postou recentemente: Book Blogger Hop 22
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Four é um fodido, coitado!
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Esse livro é bom mesmo? É que esses livros com temas distópicos pra mim são os novos “vampiros”, e já me encheram o saco. Além da Trilogia Jogos Vorazes (♥), não li mais nada com esse tema. Pretendo ler Feios em algum momento da vida,e agora, talvez Divergent.
Agora, é incrível como tudo que acontece no futuro é nos Estados Unidos, né? Nenhum livro desses fala como ficaria as outras nações.
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Thaís, eu gostei–mas cada um tem um gosto, né? Parece que depois dos anjos, futuros distópicos virou a moda da vez, mas tem coisa ruim por aí… Eu peguei XVI pra ler toda empolgada e não gostei hahaha Feios eu ganhei, está aqui na estante, mas ainda não peguei pra ler…
Ah, isso é normal, visto que são livros escritos por americanos… O povo aqui é extremamente patriota!
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Já fazia algum tempo que eu queria esse livro e como ia demorar para sair em português eu fui na Saraiva e achei o paperback em inglês. Estou realizada!! *-*
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Depois que ler, me conta o que achou dele, Nayana
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Qual é o negócio dos livros que os personagens são sempre adolescentes e com o número 16? hehe Isso me incomoda.
Mas gostei bastante da resenha. Não sei em qual facção eu me encaixaria.. hehe Vou esperar o lançamento aqui no Brasil e vou ser uma das primeiras a comprar (espero! haha)!
=**
May
http://www.itcultura.com
Mayara Pongitori postou recentemente: Resenha Destino
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huahua eu não sei em que facção eu me encaixaria também não, viu, May…
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Quero muito ler um livro com tema distópico, estou louca pra ler Destino e gostei desse livro que você resenhou, adorei a capa também.
Mas meu inglês ainda não tá uma maravilha, vou esperar mais um pouco, mas esse livro vai pra minha lista de desejados!
Bjus
Gisele
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Gi, pra ler Divergent em inglês eu aconselharia ter inglês no mínimo avançado… Esperamos que a Rocco lance logo
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Oi meninas tudo bom?Desculpem meu sumiço, é que tá uma correria, trabalho, 3º colégio e cursinho, desculpa mesmo, quando vai sair aqui no Brasil pela Rocco?Vocês tem alguma previsão?Um abração para vocês!!!E passem lá no Simbolista:
http://www.osimbolista.blogspot.com
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Guilherme, a Rocco não tem previsão de lançamento, mas postou a respeito do livro no Facebook deles outro dia, então acho que dentro em breve devemos ouvir algo a respeito.
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Nossa, amei a resenha… fiquei curiosa para ler esse livro. Pela sua resenha ele me lembra um pouco de Jogos Vorazes(que é muito bom), mas muito pouco mesmo! espero poder ler este livro quando for lançado em portugues
bjs, Emmy
Literary World
http://literatura-emmy.blogspot.com/
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Eu ainda não li Jogos Vorazes, então não tenho como argumentar com relação às comparações que andam fazendo entre os dois livros… Mas gostei muito de Divergent e mal posso esperar pra ler a continuação!
[Responder]
Gostei da resenha. Pessoal falou q lembrou hunger games. Mas na verdade por um lado me lembrou mais de vampire academy. Pelo o q percebi, a relação da Tris com o Four é parecida com a de Rose e Dimitri não?! Aluno e instrutor? Enfim, fiquei interessada pela a sua resenha. Acabei de ler delirium e tava pesquisando pra saber qual seria o próximo. Tô na duvida entre esse e o paranormalcy.
Vc disse q precisa ter um inglês avançado né?! Eu honestamente não sei qual seria o meu. É bom pra ler, agora não sei se é o suficiente pra esse livro. Já li alguns em inglês, e até hj todas foram tranquilos, acho q a única forma de saber é pegar pra ler certo!? huahuahaua Valeu pela a dica. Fiquei curiosa.
[Responder]
Eu normalmente não presto atenção no nível de inglês dos livros enquanto leio porque já virou natural pra mim, tenho que me lembrar mais de prestar atenção hehe Mas eu sei que quando eu começo a ver muitas palavras que normalmente não aparecem nos livros é porque o nível dele é um pouquinho mais avançado
[Responder]
[SPOILERS DO LIVRO]
Ahhh acabei de ler esse livro. Adorei! Gostei bastante, embora algumas coisas tenham me incomodado. Gostei do mundo q ela criou.
Agora não entendo o pq de tanta gente comparar ele ao THG, no tumblr é só o q se fala sobre esse livro. Sinceramente, a única similariedade entre eles é por ambos serem livros distópicos e da mocinha ser corajosa, de resto… A não ser que a resposta esteja no 2º e 3º livro… ai eu já não sei pq eu ainda não li.
Anyway… engraçado q não achei q o livro tenha faltado um vilão. Pra mim teve… na verdade por boa parte do livro eu encarei o vilão dela como a própria facção q ela escolheu. Tanto pela a dificuldade de fazer parte qnt pelo os líderes desonestos e ruins. Inclusive pq se descobrissem o segredo dela… E teve o Peter e a tropinha dele ali o tempo aterrorizando. Não tanto um vilão, mas uma pedra grande no caminho. Achei q isso td segurou até a hora do vilão msm mostrar a cara. Eu entendo o lance q vc disse de do nada o vilão aparecer e mostrar a cara, achei estranho tb. Mas isso acaba sendo o lance do livro ser escrito em 1ª pessoa né!? A gente não vê nada ao redor. Só o q a pessoa vê, e isso é completamente limitado. Acaba q a gente só descobre qnd ela começa a ter mais contato com a coisa toda. Eu gosto de 1º pessoa, deixa mto mais pessoal, embora realmente a gente fique meio cego.
Agora o q realmente me incomodou nesse livro foi a falta de lineariedade em um ponto. A Veronica solta no meio do livro q ela precisa esconder o segredo dela nas simulações pq senão ela pode acabar morta, mas dps disso ela não fala mais nada de como e se a Tris de fato mudou alguma coisa nas simulações, pq pra mim, ela meio q continou fazendo a msm coisa q vinha fazendo antes do Four descobrir. Como se nada tivesse acontecido, pensei q fosse ser mais um desafio pra ela, mas não, parece q continuou o msm. Achei isso mto estranho. Fiquei o livro todo esperando uma explicação. Outra coisa, achei q ela forçou mto a Tris. Na verdade ela é só uma garota sortuda por ter nascido divergente e isso ter influenciado nos testes e na guerra. Isso não é mérito dela. É mérito a coragem dela de superação mas o resto… quero dizer não achei ela aquela menina badass sabe!? Ela com o treinamento se aperfeiçou e td mais, mas isso não fez dela tão especial. E num gostei da Tris ser tão pequena. Realmente acabei ficando com uma imagem dela mto de criança. Já me incomoda toooodos esses livros as meninas terem 15, 16 anos(pela pouca maturidade algumas vezes), com corpo de criança então… acho dificil de comprar. Principalmente qnd elas tem de ser tão badass.
Mas enfim, tirando td isso o livro é ótimo. Adorei o romancezinho tb. Mto fofo e o Four… ahhhh adorei ele. Me surpreendeu esse personagem, de inicio não imaginei q ele fosse desenvolver daquela forma. Realmente ele num tem nada a ver com o Dimitri. Ele é mto mais desencanado. Agora achei ele mto novo pra idade dele. Pra mim ele tinha uns 23. Qnd vi q era 18 meio queixo foi ao chão. hauhauahau Mas a Tris?! Não achei ela parecida com a Rose, acho a Rose mais foda, superação é realmente o q descreve ela.
Maeva, valeu pela a dica. To pegando um monte de boas dicas aqui. Valeu! Sorry pelo o tratado. hehehe
[Responder]
Eu acho que lembra um pouco VA justamente por ser aquela coisa aluna/instrutor, mas só nisso… São personagens diferentes, com backgrounds completamente diferentes.
Eu não gosto de livros em 1a pessoa por isso, você fica preso à um ponto de vista e aí acontecem coisas do nada e a justificativa é que era em 1a pessoa… Acho que mesmo em 1a pessoa, a autora poderia ter trabalhado melhor isso…
Fico feliz que tenha gostado do livro
[Responder]
*** Agora achei ele mto velho pra idade dele.
Quis dizer q pra mim ele parecia mais velho pra idade q ele realmente tem.
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[...] resenha antiga que vale a pena reler: Guta: Divergent, Veronica Roth, porque a Maeva conseguiu passar exatamente minha opinião sobre o livro Maeva: [...]
Vou CORRENDO ler a amostra agora! ^^ *___*
Se antes eu já estava morrendo de vontade de ler Divergent, agora estou ansiosíssima pra ver se curto na amostra dele e se vou querer já já já =D
ツ Ana Death Duarte ツ (@anadeathduarte) postou recentemente: Explorando as profundezas de O Velho e o Mar
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Acabei de dar uma olhada na amostra (grandinha) de Divergente, mas olhei apenas por cima, para ver se eu realmente ia curtir o estilo da autora para investir na série e curti… gostei de começar logo com o dia da cerimônia de iniciação XD
Na verdade, gostei mais da amostra de Divergente do que da que eu tinha visto de Hunger Games… ainda não decidi se vou ler HG – realmente, muita gente compara Divergente a HG… – mas, com certeza, Divergent já está na minha lista de leituras, e espero que consiga lê-lo ainda esse ano xD
ツ Ana Death Duarte ツ (@anadeathduarte) postou recentemente: Explorando as profundezas de O Velho e o Mar
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Escrevi “iniciação” … onde deveria ter escrito “seleção”=S agonia… os níveis mais avançados de dislexia esses meus hehe =/
ツ Ana Death Duarte ツ (@anadeathduarte) postou recentemente: Explorando as profundezas de O Velho e o Mar
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Como eu ainda não li e nem sei se vou ler Hunger Games, eu realmente não posso argumentar a respeito…
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Pq vc não sabe se quer ler THG? Tb relutei… continuo dizendo que as 2 primeiras páginas são boring… mas depois, desidratei, até o Alonso não conseguia largar o livro!
Vc chegou a ver o filme? Pq o livro é way better than the movei! <3
ツ Ana Death Duarte ツ (@anadeathduarte) postou recentemente: Rastreando Distopias #1: Subgênero – Distopia Off-World
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Sempre que vejo a capa ou alguém falando de Divergent eu lembro de quando eu descobri randomicamente o blog da escritora quando ela ainda não tinha revelado sobre o livro e por que ele sairia (acho que passei a acessá-lo quando vi algum dela no NaNoWriMo, não me lembro bem). Foi bem legal ver todo o sucesso que o livro conseguiu e ver sobre as sequências — adorei a capa de Convergent, por sinal — o que me deixa com mais vontade de ler! Li Jogos Vorazes e não sei se lerei alguma coisa algum dia que poderá ser comparado com ele. Jogos Vorazes é meio que único, diferente, esfuziante mas ao mesmo tempo triste.
Maicon Z. Vollzin — The Vollzin Post
Vollzin postou recentemente: Nota a quem acessa
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Tem coisas bem tristes em Divergent também, Maicon… Mas como eu não li Hunger Games, e nem sei se vou ler, eu não tenho como argumentar a respeito, pra dizer se acho que são similares ou não.
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Não devem ser similares mesmo, mas se eles me deixar com a mesma empatia tenho certeza que virarei fã da trilogia! (E, o que foi esse Convergent que coloquei no comentário?? rsrs Viajei legal ao confundir o nome de INSurgent.)
Vollzin postou recentemente: Resenha do livro “Eu, Alex Cross”, de James Patterson
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O primeiro lugar que tinha ouvido falar do Divergent foi no 365daysofreading… desde então, tá todo mundo comentando sobre o livro e me falando para comprar logo, mas a sua resenha me deixou com mais vontade de comprá-lo logo, mas acho que vou pegar o kit de The Hunger Games primeiro. Quem sabe eu faço uma resenha tb. Adoro histórias de ficção científica e distopias, acho que vou curtir esse livro.
Alonso Lizzard postou recentemente: Resenha do livro: 1984 – George Orwell
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<3 Divergent! Mas acho que é uma boa deixar pra ler mais perto do lançamento de Insurgent, assim você não tem que esperar tanto pelo próximo hehe
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Ok, ja estou indo pro Bookdepository garantir o meu. ;p
heheheh’
Tenho muita curiosidade em ler este livro, com tantos elogios e comparações não tem como DEIXAR de ler.
Dos livros em inglês que estou comprando este com certeza fica la no topo, prioridade, de tanta curiosidade. Porque se for esperar pela Rocco vai demorar. ://
Adorei a resenha. ;**
Maccky postou recentemente: Li até a página 100 e… #5
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Depois me conta se gostou
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Podexa. (;
Maccky postou recentemente: Novidades. #6 Starters by Lissa Price
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Poxa, que enredo legal! Quero lê-lo! *—-*
Ah, lembra um pouco Jogos Vorazes, mas quem se importa? A história deve ser muito bacana! Preciso ler esse livro! Muito massa!
Abraços,
Fátima Menezes – @fatimamd
http://recantodecaliope.blogspot.com
Fátima Menezes postou recentemente: Trailer: Jogos Vorazes (original e paródias)
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Sabe o que eu acho engraçado? Na década de 1990 e no começo de 2000… se algum livro/filme fazia referência a outro, era aniquilado… que nem fizeram Equilibrium, o filme, q faz honráveis referências a Fahrenheit, 1984 e BNW… e hj em dia ainda o fandom fica com mimimi (não estou me referindo à Fátima aí em cima) de q é parecido com isso, com aquilo (que nem THG com Battle Royale, etc.), em vez de curtir a obra. Pra mim, se não for plágio descarado e se for bom, tá valendo. A premissa de Divergent e o pouco que li da amostra (como falei aqui antes) me convenceu. Eu quero. Mas minha TBR ainda cambaleia *chora*
ツ Ana Death Duarte ツ (@anadeathduarte) postou recentemente: Resenha do livro: A garota de papel – Guillaume Musso (ARC)
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É inevitável ouvir comparações, foi a mesma coisa quando Twilight explodiu, todo mundo começou a falar de vampiros, depois foram os anjos, agora são os distópicos…
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O engraçado é q antes era visto como quase “pecado” isso de referência pela mídia em geral… agora é treta de fandom e mídia boboca que compara… sei lá =s
)
Se não for bad X-Men que nem vc falou q Shatter Me é, tá valendo hahaha (tipo, tou lendo Destino e curtindo… e falaram tão mal… bah!
SAUDADE IMENSA DE VC, SUA SUMIDA.
sei q tb toh sumida… =/ trampo (the good part) e tb you demorando par responder comments no meu próprio site *cries*
ツ Ana Death Duarte ツ (@anadeathduarte) postou recentemente: Rastreando Distopias #1: Subgênero – Distopia Off-World
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Outro livro que estou LOUCA para comprar (graças a review de vocês)!
Só não vou comprar porque ouvi boatos que sairá aqui no Brasil…
Se falta vilão na história, então contra quem exatamente eles estão lutando?
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Dalila, tem um vilão, que só aparece no final, e que é… Sei lá, achei que faltou algo.
A Rocco tem os direitos de publicação no Brasil, mas ainda não sabemos quando sai
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[...] vale a pena reler: Guta: Antes Que eu Vá, da Lauren Oliver. Ela é uma autora maravilhosa! Maeva: Divergent, da Veronica Roth, porque estou simplesmente louca pra ler [...]
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